Vamos começar por aqui Fui assombrada pelo fantasma da sua semi presença, semi ausência, todos os dias dessa última semana. De várias maneiras você conseguiu se fazer presente, e essa ferida, há tanto cicatrizada, reaberta, (re)cicatrizada e (re)reaberta doeu e sangrou, esfregando na minha cara que talvez eu nunca consiga superar você e virar de vez essas torturantes páginas. O episódio mais... curioso e, quiçá (hugin e munin, tomara!) derradeiro para esse enredo que claramente teve palco e estúdio tão somente na minha cabeça, foi ouvir aquela música, a nossa música , a música que VOCÊ me apresentou e disse tantas vezes gostar de ouvir porque ela te fazia lembrar de mim. Ao chegar no trecho mais óbvio, levei um choque, como um soco da vida, entendendo que "de repente eu me torno parte do seu passado, estou me tornando a parte que não dura". Perdi antes e sigo perdendo você de forma passiva. Me tornei a parte que não dura e sigo me torturando tentando segurar no ar um jarro ...
Desespero Sei que ainda não terminei meu relatos, não o fiz por ter acontecido tanta coisa nessa minha trágica existência, que eu já mudei de visão umas centenas de vezes... Eu realmente sinto falta de escrever mais, talvez todos os dias, mas parece que minha cabeça tá tão cheia de coisas, que está completamente vazia... Não sei sobre o quê escrever. A vida tem sido tão intensa e tão... desestruturadora, que ando meio perdida em mim. Como já diria Marcelo Camelo, "parece não achar lugar no corpo em que Deus lhe encarnou". Talvez eu já tenha usado essa citação, mas a cada momento ela se faz verdadeira sob um aspecto diferente ... Não estou buscando muito sentido hoje nesse texto, então, de antemão, lhes peço desculpa se faltar um propósito na leitura. A vida tem sido boa e até generosa sob alguns âmbitos, mas ainda assim, sou só um ser humano, um ser humano comum e ordinário, com nenhuma habilidade especial , com nenhum dom e entender e aceitar que a vida está m...
Não tem medo até fazer uma chapinha... tsc tsc tsc...
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